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Título: Caminhos e descobertas pedagógicas : um estudo sobre a identidade de gênero e a orientação sexual
Autor(es): Flôres, Leonardo Silva
Orientador(es): Ramos, Patrícia Cristina Campos
Assunto: Educação e diversidade
Discriminação na educação
Orientação sexual
Homofobia
Data de apresentação: 2015
Data de publicação: 5-Set-2016
Referência: FLÔRES, Leonardo Silva. Caminhos e descobertas pedagógicas: um estudo sobre a identidade de gênero e a orientação sexual. 2015. 60 f. Monografia (Especialização em Educação em e para os Direitos Humanos no Contexto da Diversidade Cultural)—Universidade de Brasília, Brasília, 2015.
Resumo: Com esta pesquisa, temos a intenção de esclarecer os conceitos de identidade de gênero e orientação sexual, e contribuir com a descentralização de que a heterossexualidade é a única orientação existente e correta a ser seguida como padrão hegemônico. O silêncio e a negação sobre a discussão da orientação sexual, nos livros didáticos e nas escolas, contribuem para a violência contra estudantes que se identificam em uma situação não heteronormativa, que dentro da escola são coagidos, segregados e violentados por sua condição sexual, condição que acaba por trazer transtornos psicológicos e físicos aos estudantes homossexuais. Nestes casos, cabe a escola e aos profissionais que nela trabalham acolher o estudante de forma a integrá-lo em seu processo pedagógica e social. Para isso serão discutidas possibilidades de formação pedagógico e social, respeitando a diversidade do educando homossexual participante do Ensino Básico de escolas públicas na região administrativa de Taguatinga no Distrito Federal, com atenção para os Direitos Humanos e o respeito na diversidade com estudantes LGBTs (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Transgênero, Travestis e Transexuais) em geral. Como parte da metodologia adotada, realizamos questionários com professores e outros profissionais da área da educação, de séries iniciais do Ensino Fundamental, que expuseram de forma anônima seus conhecimentos sobre orientação sexual, identidade de gênero e metodologias de ensino utilizadas com estudantes não pertencentes aos padrões heteronormativos, a fim de explicar a fase diagnóstica. Uma vez percebida as necessidades de rever conceitos, buscar conhecimento e adaptações pedagógicas os professores, participaram de uma ação interventiva realizada no horário de coordenação coletiva dos profissionais. Por meio de uma apresentação em power point (Anexo 1) apresentamos o material selecionado de acordo com as necessidades do grupo, onde todos os participantes puderam contribuir com o desenvolvimento da temática dos Direitos Humanos em identidade de gênero e orientação sexual. Uma formação complementar por meio de ação interventiva sobre o estudo de gênero contribuirá para que o professor possa desenvolver suas atividades em sala de aula, visando o crescimento do estudante de forma mais integrada e multidisciplinar, respeitando os temas transversais exigidos pelas normas educacionais em suas diversidades incorporadas nos Parâmetros Curriculares Nacionais. Concluímos que, de forma dialógica, os profissionais da área da educação podem e devem contribuir com o desenvolvimento do estudante, respeitando sua condição social e sexual, deixando de lado opiniões pessoais e crenças, pois independente dos “achismos” somos todos semelhantes e merecedores de respeito pela condição humana. Cabe à escola e aos profissionais que nela trabalham acolher o estudante de forma a integrá-lo em seu processo pedagógico e social.
Informações adicionais: Monografia (especialização)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Coordenação dos Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu, Curso de Especialização em Educação em e para os Direitos Humanos, no contexto da Diversidade Cultural, 2015.
Aparece na Coleção:Educação em e para os Direitos Humanos, no contexto da Diversidade Cultural



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