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Título: Análise do controle postural em idosas fisicamente ativas praticantes e não praticantes de treinamento de força associado a outras modalidades
Autor(es): Gomes, Larisse Costa
Orientador(es): Melo, Lídia Mara Aguiar Bezerra de
Coorientador(es): Avelar, Bruna Pereira
Assunto: Exercícios físicos
Equilíbrio postural
Força muscular
Idosos
Mulheres idosas
Mulheres idosas - controle postural
Mulheres idosas fisicamente ativas
Data de apresentação: 2015
Data de publicação: 20-Jul-2016
Referência: GOMES, Larisse Costa. Análise do controle postural em idosas fisicamente ativas praticantes e não praticantes de treinamento de força associado a outras modalidades. 2015. [31] f., il. Monografia (Bacharelado em Educação Física)—Universidade de Brasília, Brasília, 2015.
Resumo: Devido as alterações do sistema vestibular, visual e proprioceptivo o aumento da oscilação postural aumenta o risco de quedas, nas quais diversas modalidades como o treinamento de força e o treinamento de equilíbrio podem minimizar as alterações posturais. Mas pouco se conhece sobre os efeitos da combinação de modalidades para a melhora do controle postural. Portanto, o objetivo do estudo é comparar o controle postural em mulheres idosas praticantes de treinamento de força associado a outras modalidades e idosas praticantes apenas de outras modalidades. Uma amostra de 26 mulheres idosas fisicamente ativas foram divididas em dois grupos: Grupo Praticantes de Treinamento de Força e outras modalidades – GF (70.25 ± 7.02 anos) e o Grupo que não praticava o treinamento de força, apenas outras modalidades – GO (70.40 ± 5.76 anos). O nível de atividade física foi avaliado pelo IPAQ, a oscilação postural (equilíbrio estático) foi mensurada na plataforma de força AMTI, no protocolo Base Aberta, olhos Abertos (BAOA); Base aberta, olhos fechados (BAOF); Base fechada, olhos abertos (BFOA) e Base fechada, olhos fechados (BFOF), com duração de 30 segundos em três tentativas. Para tratamento dos dados, foi usada uma estatística descritiva (média, desvio padrão e intervalos de confiança) e inferencial (Teste t independente e Teste U de Mann-Whitney) com nível de significância de p<0,05. Foram observadas diferenças significativas entre os grupos apenas em uma das variáveis coletadas na plataforma de força. Conclui-se que as práticas regulares do treinamento de força associado a outras modalidades parecem contribuir para uma menor oscilação postural.
Informações adicionais: Monografia (graduação)—Universidade de Brasília, Faculdade de Educação Física, Curso de Educação Física, 2015.
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