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Título: Dança para Síndrome de Down : uma análise dos benefícios da dança para os portadores de Síndrome de Down
Autor(es): Lima, Ana Paula Rodrigues
Orientador(es): Sousa, Flávio Luis Leite
Assunto: Down, Síndrome de
Deficientes mentais
Dança para deficientes
Terapia pela dança
Data de apresentação: 2010
Data de publicação: 1-Dez-2010
Referência: LIMA, Ana Paula Rodrigues. Dança para Síndrome de Down: uma análise dos benefícios da dança para os portadores de Síndrome de Down. 2010. 56 f. Monografia (Especialização em Educação e Promoção da Saúde)-Universidade de Brasília, Brasília, 2010.
Resumo: A dança reduz os fatores de riscos de doenças cardiovasculares, os distúrbios do aparelho locomotor e até mesmo a depressão e ansiedade. Dentre os aspectos terapêuticos da dança estão os relatos conscientes da melhoria do humor, diminuição da depressão e do estresse, dando sustentação, força e sentido aos pronunciamentos verbais e posições no espaço que o homem executa ao se relacionar com o grupo. O objetivo deste estudo é analisar a influência benéfica da dança em indivíduos portadores de Síndrome de Down. Para isto foi realizada uma revisão bibliográfica sobre a história da dança, e a Síndrome de Down falando de sua história, causas genéticas, incidência, prevalência e suas características. Também foi desenvolvida uma pesquisa prática por meio de entrevistas com profissionais que trabalham na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Imperatriz sobre o tema proposto. As idéias aqui apontadas mostram que a dança é uma ferramenta de inserção social, promoção da saúde e melhoria na qualidade de vida para o portador da Síndrome de Down, onde cada um responderá de maneira única aos estímulos que a dança irá lhe proporcionar. Nem sempre dançar será prazeroso, mais se pode mudar este conceito mostrando que todos são capazes de realizar gestos, movimentos e pensamentos aprendendo a atuar numa esfera cognitiva que terá motivações internas. Sendo assim, a dança é um meio de tornar indivíduos portadores de Síndrome de Down independentes na comunidade tendo nela uma interação com o mundo, seja para enfrentar barreiras, romper preconceitos, lutar pela igualdade de capacidades, se integrarem com o mundo e consigo e tentarem viver como uma pessoa não deficiente.
Informações adicionais: Monografia (especialização)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Centro de Estudos Avançados Multidisciplinar, Núcleo de Estudos em Educação e Promoção da Saúde, 2010.
Aparece na Coleção:Educação e Promoção da Saúde

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