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Título: No caminho da articulação pública do sofrimento individual
Autor(es): Pinto, Thiago Ferrare
Orientador(es): Lima, Erick Calheiros de
Assunto: Liberdade
Sofrimento
Data de apresentação: 2015
Data de publicação: 14-Mar-2016
Referência: PINTO, Thiago Ferrare. No caminho da articulação pública do sofrimento individual. 2015. 45 f. 2015. Monografia (Bacharelado em Filosofia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2015.
Resumo: O caráter abstrato da concepção moderna de liberdade anuncia-se enquanto perda de contato do sujeito com o mundo social. Isolado de contextos intersubjetivos, o sujeito moderno vê sua liberdade converte-se em agir adaptativo, em pura estratégia diante do movimento inexorável da realidade social. A assunção da perspectiva segundo a qual o quadro normativo que estrutura a vida compartilhada é produto da ação social torna evidente o traço puramente formal da concepção moderna de liberdade e faz possível a visualização da relação interna entre história e sofrimento. A impossibilidade de fundar a crítica social no sofrimento abstrato da classe proletária gera a necessidade de tomar o sofrimento individual como ponto de partida da reflexão filosófica. A partir daí, ganha sentido a tematização dos caminhos pelos quais o sofrimento individual adquire horizontalidade e, portanto, alcance compartilhável. Aqui se vê a gênese da resistência enquanto articulação pública de demandas individuais que se provam típicas de certa posição social.
Abstract: The abstract character of the modern conception of freedom shows itself as the subject’s loss of contact with the social world. Isolated from intersubjective contexts, the subject of modernity see their freedom turns into adaptive action, pure strategy before the inexorable movement of social reality. The perspective that takes the normative structure of social life as the result of social action makes clear the purely formal features of modern freedom and also open the possibility for us to see the internal relation between history and suffering. The impossibility of grounding the social criticism in the abstract suffering of working class bring to light the necessity to take the individual suffering as the start point of philosophical reflection. Based on this, it turns relevant to talk about the ways by which the individual suffering acquires horizontality and thus became shareable. Here we see the genesis of the resistence as a public articulation of individual demands that proves itself to be typical of a certain social position.
Informações adicionais: Monografia (graduação)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de Filosofia, 2015.
Aparece na Coleção:Filosofia - Graduação

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